Negativa de exames, procedimentos e tratamentos
Análise da indicação médica, da cobertura contratada e da justificativa apresentada pela operadora. O nome do procedimento, sozinho, não define o direito à cobertura.
Direito de Saúde
A negativa do plano nem sempre é a palavra final. Analisamos o pedido médico, o contrato e o motivo da recusa e explicamos os caminhos possíveis no seu caso.
Análise da indicação médica, da cobertura contratada e da justificativa apresentada pela operadora. O nome do procedimento, sozinho, não define o direito à cobertura.
Avaliação da recusa e dos documentos que sustentam o pedido. Para essas situações, há uma triagem específica com perguntas sobre a cirurgia e a resposta do plano.
Orientação quando há obstáculos para agendar o atendimento coberto. Protocolos, tentativas de agendamento e respostas da operadora ajudam a reconstruir o ocorrido.
Verificação de alegações de carência, exclusão contratual ou ausência de previsão de cobertura, considerando o tipo de plano e as regras aplicáveis ao pedido.
Direito à saúde
Pessoas com Transtorno do Espectro Autista podem enfrentar negativas de métodos indicados, limitação de sessões, falta de profissionais na rede ou dificuldades de reembolso. A regulamentação da ANS prevê regras específicas para tratamentos de transtornos enquadrados na CID F84, observadas as características do plano e do pedido médico.
Analisamos a prescrição, o plano terapêutico, os protocolos, a resposta da operadora e o contrato para orientar a família sobre os caminhos possíveis. Cada caso exige avaliação individual.
Consultar informações de cobertura da ANSA ANS disponibiliza orientações sobre cobertura dos planos de saúde. Essas informações ajudam a entender o contrato, mas não substituem a análise dos documentos.

Bariátrica e reparadora
Conte os detalhes na triagem específica sobre cirurgia negada pelo plano. A equipe analisará as informações e orientará os próximos passos.
Nossa sócia fundadora também passou pela bariátrica e pelas reparadoras. Essa vivência reforça a escuta. A análise de cada caso parte dos seus próprios documentos.
Não necessariamente. A Lei 14.454/2022 admite a cobertura de tratamentos fora do rol em situações específicas, e em 2025 o STF definiu os critérios: prescrição médica, ausência de alternativa adequada no rol, comprovação científica de eficácia e segurança e registro na Anvisa, entre outros. Esses pontos são conferidos nos seus documentos.
Guarde o pedido médico, a justificativa da negativa e o protocolo de atendimento. O contrato, o tipo de cobertura e a indicação médica precisam ser analisados em conjunto para definir os próximos passos.
Não necessariamente. É possível avaliar um pedido de reanálise à operadora, uma reclamação à ANS e, conforme o caso, medidas judiciais. A escolha depende da documentação e da necessidade de atendimento.
O pedido médico é importante, mas não permite concluir sozinho que a cobertura é obrigatória. É preciso examinar o contrato, o tipo de cobertura do plano (ambulatorial, hospitalar, com obstetrícia etc.), as normas aplicáveis e os motivos da recusa.
Avise no primeiro contato e reúna o relatório médico com a necessidade do tratamento e os riscos da demora. A equipe avalia a documentação e a possibilidade de uma medida urgente; não há garantia de liminar ou de prazo judicial.
Fale conosco
Informe o pedido, a resposta recebida e se há urgência descrita pelo médico. A equipe orientará quais documentos são necessários para a análise.